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	<title>Alex Raymond</title>
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		<title>Alex Raymond</title>
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		<title>Desventuras esportivas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 19:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, como já devo ter dito para alguns, entrei em um treinamento intensivo de Squash. Antes de prosseguir, explicarei um pouco sobre o Squash para quem nunca ouviu falar. O Squash (&#8230; http://pt.wikipedia.org/wiki/Squash), entenderam? Pronto! Enfim! Defino-o intensivo pois sou uma pessoa de natureza anti-esportiva e altamente ociosa, logo, um treinamento diário é algo sobrenatural [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=91&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, como já devo ter dito para alguns, entrei em um treinamento intensivo de Squash. Antes de prosseguir, explicarei um pouco sobre o Squash para quem nunca ouviu falar. O Squash (&#8230; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Squash">http://pt.wikipedia.org/wiki/Squash</a>), entenderam? Pronto!</p>
<p>Enfim! Defino-o intensivo pois sou uma pessoa de natureza anti-esportiva e altamente ociosa, logo, um treinamento diário é algo sobrenatural para mim. Conheci o Squash nas minhas viagens ao Rio de Janeiro, quando meu pai ainda morava lá. Ele começou a jogar com alguns amigos e me levou para assistir. Estranhamente, consegui gostar de praticar isso e me divertir, mas isso não é suficiente, é preciso continuar. Quando estive em Georgetown, na Guiana, era uma das poucas coisas a se fazer: jogar. Porém, nunca tive técnica nem preparo algum para o jogo, simplesmente atacava a bola freneticamente com a raquete, e em 10% das tentativas, acertava a bola.</p>
<p>Mas acertar não é tudo. Das bolas que acertava, apenas 10% eram, de fato, jogáveis. Logo, grande parte do meu cansaço físico em Squash dava-se por pegar as bolas no chão. Mas ainda assim, gostava de tentar.</p>
<p>Ao retornar a Salvador, nunca mais pisei numa quadra. Dediquei-me a outros tipos de esporte, como a Digitação (1º lugar no ranking da faculdade &#8211; 126 palavras por minuto) e Gran Turismo(3º lugar no ranking semanal internacional de Drift com 11900 pontos). Juro que tento ser modesto às vezes, mas me faltam argumentos. Eu nasci para isso.</p>
<p>Encerrando os desvios, falarei sobre o meu treinamento. 6 dias na semana, por 3 semanas, estarei em aulas de Squash. Estou sendo treinado pelo técnico Ibrahim Assal, que já foi técnico da seleção Russa e ex-número 2 do Egito. E sim, isso é grande coisa. O Brasil está para o Futebol assim como o Egito está para o Squash. Afinal, quem nunca ouviu falar em Amr Shabana?</p>
<p>Uh, deixem pra lá. Mas o fato é que há sempre mais de um egípcio no top 10 mundial. Então, é uma grande oportunidade de aprender algo de verdade.</p>
<p>Como um atleta monovalente, estou demorando para adaptar o meu corpo da Digitação para o Squash. Estou até indo bem. Meu percentual de acerto subiu para 10,4% em menos de uma semana. Acho que por mais que tente, jamais conseguirei ultrapassar o nível Pré-Iniciante Júnior.</p>
<p>Hoje filmei uma partida interessante: Ibrahim versus um dos professores da academia e Dominique, amigo nosso que trabalha no hotel. Dominique já foi campeão de Squash enquanto trabalhava no Iêmen, e o professor beirava seus 21 anos, em pleno porte de atleta (de Squash). Sim. Dois contra um.</p>
<p>Ibrahim, beirando seus quarenta e tantos anos, acima do peso, fez o placar de 27 x 3 (somando os 3 games), massacrando a dupla desafiante. Isso me fez valorizar o quanto ter técnica é importante, e não só correr e bater na bola de qualquer jeito.</p>
<p>Espero que ao longo desse treinamento algo frutífero venha à tona para mim. Pelo menos dessa vez. Sabem, já fui um assíduo praticante de esportes. Ou melhor: tentei. Tentei bastante.</p>
<p>Acho que a minha rebeldia está associada à prática esportiva. Me lembro quando tinha meus 8 anos e estava praticando Futebol numa escolinha. O meu retardo para o esporte só me tirava do banco para ficar no gol. Nem me deixavam cobrar o tiro de meta. Quando o atacante beirava a área, 3 garotos vinham e me ajudavam a tapar o gol. Quando tomei um frango feio, um dos colegas me chamou de &#8220;abestalhado&#8221;. Foi o bastante para eu responder falando da mãe dele, e mandá-lo praticar outra atividade.</p>
<p>Ainda lembro dos meus tempos de jogar bola na escola. Sempre fiquei de fora, óbvio. Sempre que entrava era quando um time tinha DOIS jogadores a menos, pois faltar um não é motivo suficiente para me botar no jogo. Empolgado com a situação, o jovem Alex encarnava o capitão do time e dizia o que todos deveriam fazer durante o jogo.</p>
<p>&#8220;CALA A BOCA E JOGA, PORRA!&#8221;</p>
<p>Desisti. No ensino médio, era obrigatório praticar um esporte. Sempre busquei o que tinha menos praticantes. Não deu muito certo, acabaram me jogando no vôlei. Na época, já tinha ultrapassado os 1,80m de altura, e era um jovem que poderia desenvolver alguma habilidade com o vôlei. Era um inferno. Eu ficava no banco. Implorava para não entrar no jogo, fingia passar mal, mas novamente, não adiantava.</p>
<p>&#8220;Fica aí na frente pro bloqueio!&#8221;</p>
<p>Pou. Bolada na cara. E lá saía o meu par de óculos voando, lentes ao céu, hastes retorcidas: todos rindo de mim.</p>
<p>Parti para o basquete, pratiquei algumas vezes e desenvolvi uma técnica interessante: duas batidas no chão e devolver a bola. Era só o que fazia.</p>
<p>&#8220;PASSA PRA MIM! PASSA PRA MIM! TÔ LIVRE!&#8221;</p>
<p>Com todo o esforço, passavam a bola de volta para mim, que devolvia prontamente após duas batidas no chão, o que se revelava a maior perda de tempo do jogo.</p>
<p>Já fiz aulas de tênis. Não jogava tão mal, até descobrir que a minha turma não era dos mais avançados. Um dos alunos que treinava ao meu nível sofria de retardo mental, e ele nunca deixou barato pra mim. Com o tempo, fui evoluindo até que as aulas tornaram-se enfadonhas e fáceis. Resolvendo tentar coisas novas, fiz coisas como rebater a bola de costas, entre as pernas, com a mão trocada, e o professor não gostou. Quando ele me deixou de fora do jogo por ter feito isso, mandei-o para algum lugar e nunca mais voltei na quadra.</p>
<p>Natação foi um desastre. Batia os braços desesperadamente e demorava 15 minutos para atravessar a piscina. Era horrível ver aquelas crianças de 7 anos, com braços e pernas minúsculas, me ultrapassando na água. Pulei fora.</p>
<p>Meus tempos nas Artes Marciais não foram muito frutíferos. Já pratiquei Taek Won Do quando era bem novinho, mas não lembro de quase nada. Quando tinha 10 anos, fiz Capoeira, e consegui passar para o cordão seguinte (não lembro qual era a cor). Meus &#8220;aús&#8221; eram podres, e eu gingava menos do que gringo tentando sambar. Meu apelido era Questão, dado o número de vezes que eu interrompia a aula para saber detalhes extras sobre as coisas. Lembro que também briguei com o professor antes de sair, mas agora não me recordo o motivo.</p>
<p>Um pouco mais velho (lá pros 12/13), entrei no Kung Fu. Gostava de praticar, e me divertia com as pseudo-ninja <em>skills </em>que aprendia. Porém, a academia mudou de lugar e nunca corri atrás para continuar. Também, pouco tempo depois, viria a ganhar meu Pentium 4 com a famosa GeForce MX 440 (quem não lembra?), e esqueceria completamente dos esportes.</p>
<p>Antes que vocês assumam o meu fracasso total, hei de dizer o meu grande triunfo esportivo escolar. O famoso jogo onde passávamos todos os minutos vagos jogando, e onde sempre fui (de verdade) bom. Quando tratava-se de rebater a bola contra a parede, eu dava trabalho para os adversários. Ah, que saudade do Paredão.</p>
<p>Hmm&#8230; seria esse um recomeço?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexraymond.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexraymond.wordpress.com/91/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=91&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 23:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Salam Aleikoum! Os dias passam,e entre os engarrafamentos e as aquisições de notebooks (e as aquisições de notebooks em engarrafamentos &#8211; caso real), venho descobrindo diversas formas de comunicação. Outro dia me perguntaram se já havia aprendido Egípcio. Não existe idioma egípcio &#8211; na verdade, nem mesmo o povo egípcio tem a ver com aqueles [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=88&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Salam Aleikoum!<br />
</em>Os dias passam,e entre os engarrafamentos e as aquisições de notebooks (e as aquisições de notebooks em engarrafamentos &#8211; caso real), venho descobrindo diversas formas de comunicação.</p>
<p>Outro dia me perguntaram se já havia aprendido Egípcio. Não existe idioma egípcio &#8211; na verdade, nem mesmo o povo egípcio tem a ver com aqueles rabiscos que vemos nas paredes das tumbas. O Egito é habitado por Árabes. Que falam o bom e velho Árabe, por sinal.</p>
<p>O Árabe egípcio é elogiado dentre todos os países que falam a língua por ser de fácil compreensão e composição básica &#8211; diferente do Árabe marroquino, que é um dos piores do planeta, completamente misturado com francês e espanhol. Existem diversos dialetos de Árabe pelo mundo, e a coisa vai ficando tão louca a ponto de eles não se compreenderem entre si. Um amigo meu marroquino está noivo de uma jordaniana &#8211; e ambos conversam em inglês. O grau de incompreensão é tão grande que ele prefere fazê-la gaguejar com o inglês a falar o &#8220;idioma nativo&#8221; de ambos.</p>
<p>Como vocês devem saber, a escrita Árabe dá-se da direita para a esquerda. Já peguei o costume, e já é uma reação automática minha começar a leitura do lado certo. Como se adiantasse.</p>
<p>Para um ocidental, o idioma é como uma língua alienígena, e com muita sorte, você conseguirá entender nomes próprios, como &#8220;Brasil&#8221; &#8211; se o sotaque deles não te impedir, é claro. É o meu caso. Mas como sou um bom garoto, estive aprendendo algumas palavras básicas para uma comunicação de no máximo 5 segundos de extensão. E sei xingar.</p>
<p>E como resolver esse problema? Eis a solução. O motorista que está conosco, o valente Amr, dublê de Carga Explosiva, 007 e Velozes e Furiosos, não fala muito inglês. Na verdade, dizer que fala pouco já é muito. A maior parte do meu dia é ao lado dele no carro, e ainda assim conseguimos nos comunicar razoavelmente e até contar piadas. Universal e simples &#8211; apresento-lhes o Idiotês.</p>
<p>O Idiotês é um idioma que vem ganhando espaço no turismo mundial, e está substituindo o Inglês como língua de turismo em alguns países. Consiste em maximizar o uso do seu minúsculo vocabulário usando todos os sentidos e capacidades motoras que o corpo humano é capaz.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p>Pessoa 1 &#8211; fala inglês, não fala idiotês e não gosta de comida apimentada.<br />
Nativo &#8211; tem o inglês praticamente nulo e está oferecendo comida apimentada.</p>
<p><em>Nativo: &#8220;You&#8230; food?&#8221; (olhar de sugestão)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Pessoa 1: &#8220;Nah, actually, you know, my stomach can&#8217;t stand much spicy food.&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;????????&#8221;</em></p>
<p>Total incompreensão. O nativo passará mais tempo tentando descobrir o que quer dizer palavras como &#8220;actually&#8221;, &#8220;stand&#8221;, etc. Com o Idiotês, a compreensão é maximizada:</p>
<p><em>Nativo: &#8220;You&#8230; food?&#8221; (olhar de sugestão)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Pessoa 1: &#8220;No, no. My (bate no peito pra indicar quem é MY) (alisa a barriga), (faz cara de desconforto) (aponta para a comida) (aponta para a boca e simula o ardor)&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;Ok!&#8221;</em></p>
<p>Funciona na maioria das vezes e provou ser mais eficiente do que o Inglês em alguns casos. Mas recentemente, estive nas pirâmides pela terceira vez e pensei numa maneira interessante de não ser mais assediado pelos enchedores de saco oficiais do local. Assim como o Idiotês mira a compreensão, o Gringuês mira a INcompreensão. O objetivo maior desse idioma é não estabelecer uma comunicação lógica.</p>
<p><em>Mas como assim, dotô? &#8211; </em>vocês perguntam. Se o perseguidor insuportável acha que você é um poço sem fundo de dinheiro e vai tentar vender até a areia do chão para você, basta prová-lo que a comunicação é impossível por qualquer meio, e ele desistirá. Testado e aprovado:</p>
<p>Pessoa 1 &#8211; não fala Gringuês, fala Inglês e está passeando pelas pirâmides.</p>
<p>Nativo &#8211; fala Inglês e está doido para secar a Pessoa 1 até o último Piaster.</p>
<p><em>Nativo: &#8220;Hey, hello, hello&#8230; sir, do you want a camel ride? I make a good price!&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Pessoa 1: &#8220;No, thank you, I just want to take some photos.&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;Take a photo on the camel! It&#8217;s very nice, I make a good price!&#8221;</em></p>
<p><em>Pessoa 1: &#8220;No, thanks.&#8221;</em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;Hey, sir, listen to me! Just one minute, you can get a picture of you on (&#8230;)&#8221; </em></p>
<p>O diálogo normalmente termina após o nativo ter secado o dinheiro do turista. Com o Gringuês, isso não acontece. Segue um exemplo real (meu):</p>
<p><em>Nativo: &#8220;Hey, hello, hello&#8230; sir, do you want a camel ride? I make a good price!&#8221;</em></p>
<p><em>Eu: &#8220;Grashrah. Babliki dibi.&#8221;</em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;Oh, where are you from?&#8221;</em></p>
<p><em>Eu: (cara de incompreensão) &#8220;&#8230;&#8221;</em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;So, no english?&#8221;</em></p>
<p><em>Eu: (gestos aleatórios para reafirmar a incompreensão) &#8220;Bitrashi hapkaba tush ropocsi wea! Grashrah trabrhfa!&#8221; </em></p>
<p><em>Nativo: &#8220;Hm&#8230; ok&#8230; take your time&#8230;&#8221; (parte para outro)</em></p>
<p>E assim, consegue-se paz durante todo o seu passeio. Encorajo &#8211; tentem!</p>
<p>(Levanta o polegar em sinal de aprovação.)</p>
<p>(Acena em sinal de despedida.)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexraymond.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexraymond.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=88&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cairo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 04:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus dias rodando a cidade ja me permitiram tirar algumas conclusoes. E vamos la. Para comecar, explicarei a metodologia cientifica utilizada neste estudo recente. Ingredientes: Um motorista ao nivel de Carga Explosiva. Nao fala nenhum idioma em comum. Um tanque de gasolina. Ou dois. Um Hyundai Verna. Bastante tempo livre. (Mas nao mais de 500g) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=85&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus dias rodando a cidade ja me permitiram tirar algumas conclusoes.</p>
<p>E vamos la. Para comecar, explicarei a metodologia cientifica utilizada neste estudo recente.</p>
<p>Ingredientes:</p>
<ul>
<li>Um motorista ao nivel de Carga Explosiva. Nao fala nenhum idioma em comum.</li>
<li>Um tanque de gasolina. Ou dois.</li>
<li>Um Hyundai Verna.</li>
<li>Bastante tempo livre. (Mas nao mais de 500g)</li>
<li>Uma cidade.</li>
</ul>
<p>Pronto. Nesses ultimos dias, estive rodando e rodando a cidade incansavelmente, para conhecer os pontos principais que os carneirinhos (turistas) visitam. Estive nas piramides (como todos que visitaram meu Orkut puderam ver), os grandes monumentos fantasticos, lindos e maravilhosos que Deus e o mundo sonham, e acham que o Egito inteiro vive em torno disso.</p>
<p>O sub-chef executivo do hotel, Khaled, contou que em seus trinta e tantos anos de idade (ele e egipcio), apenas visitou as piramides duas vezes. Uma quando era crianca e outra na semana passada. Para eles, isso nao e grande coisa e nao tem a menor graca. Ja estao acostumados com esses carocos pontudos do deserto que fizeram a fama e fortuna do Cairo. E e exatamente isso que eles buscam na recepcao dos visitantes &#8211; nao fama, mas, fortuna.</p>
<p>Visitar as piramides e um saco. Dezenas de nativos cercam voce, te seguem, importunam, irritam e fazem de tudo para arrancar seu dinheiro. Turistas sao fontes infinitas de dinheiro em qualquer lugar do mundo e aqui nao e diferente. Para vir aqui com tranquilidade, basta falar um bom Arabe e ter cara de poucos amigos.</p>
<p>-Hey!</p>
<p>-&#8230;</p>
<p>-Hey!</p>
<p>-&#8230;&#8230;</p>
<p>-Sir! You! Hey! (corre, alcanca voce e para na sua frente) Take a look, take a look!</p>
<p>-What?</p>
<p>(Puxa um pano)-Here, wear this&#8230;</p>
<p>-But I don&#8217;t want t-(ele coloca o pano na sua cabeca)</p>
<p>-This is a typical egyptian s-</p>
<p>-I don&#8217;t want it, no, thank you very much, but not now.</p>
<p>-No, no, no! Look! Look! You look good now! Where are you from?</p>
<p>-&#8230;</p>
<p>-Where are you from?</p>
<p>-Brazil.</p>
<p>-Brazil, eh? <em>Arriba! Muy bueno!</em></p>
<p><em></em>-Actually, we don&#8217;t speak spani-</p>
<p>-Now take a picture! Take a picture! TAKE A PICTURE!</p>
<p>-No, I don&#8217;t w-</p>
<p>-That is nice! Give me your camera, I&#8217;ll take the picture for you!</p>
<p>-I d-</p>
<p>-Come on! No problem!</p>
<p>-Ok, take this picture and we&#8217;re finished.</p>
<p>(Tira a foto)-Nice! Nice! Now hold this! (coloca um monte de bugigangas na sua mao)</p>
<p>-What is th(clic)is f(clic)or? (clic)(clic)No, st(clic)op (derruba uma das bugigangas), stop!(clic)(clic)(clic) OK! THAT&#8217;S IT! GOOD, THANKS!</p>
<p>-(clic)</p>
<p>-Arrrrrgh, ok, ok. (tenta devolver as bugigangas)</p>
<p>-No no no no no! You take this!</p>
<p>-I don&#8217;t want it.</p>
<p>-Just 300 pounds! All of it!</p>
<p>E assim prossegue a discussao, ate voce se achar o grande heroi por ter conseguido barganhar ate 150, e paga-lo em coisas que nao valem nem 10. O vendedor agradece, chamando-o de &#8220;otario&#8221; em arabe, enquanto voce sorri em pura felicidade, contente com o bom negocio que acabou de fazer.</p>
<p>Se tiver duas horas para visitar as piramides, garanto que voce gastara uma hora e meia discutindo com vendedores. Problemas a parte, pelo menos ha policiamento na regiao, e visitar no inverno nao te faz derreter, ja que a temperatura esta amena. Mesmo pelos 25% de tempo util, valem qualquer viagem. Afinal, nao tem Elevador Lacerda que iguale o <em>status</em> de dizer: &#8220;Eu estive la&#8221;.</p>
<p>Alem de Giza, 6 October City, El Haram, vamos passear um pouco pela cidade. Assim que o engarrafamento acabar, claro. Senhoras e senhores, apresento-lhes o pior do Cairo:</p>
<p><strong>O  T R A N S I T O</strong></p>
<p>Esqueca o Wet n&#8217; Wild em dia de show do Fantasmao e Swinghetto. Esqueca a Av.Paulista. Esqueca qualquer coisa que voce ja imaginou sobre transito ruim. Esqueca os maus exemplos da auto-escola! E seja bem-vindo ao Egito.</p>
<p>Para ser um motorista exemplar no Cairo, deve-se seguir algumas regras. Em qualquer trecho da cidade, a qualquer hora do dia, deve-se respeitar um limite minimo de velocidade de 140km/h. Isso vale para qualquer tipo de veiculo, PRINCIPALMENTE caminhoes. A noite, e recomendado manter os farois desligados para nao incomodar o motorista que vem na contramao.</p>
<p>Na maioria dos casos, os motoristas dirigem do lado direito da pista, mas nao ha problema em andar do outro lado. E para abolir o elitismo dos codigos de transito convencionais, no Cairo a rua e para todos, principalmente pedestres e animais. Uma politica de valorizacao da cultura esta em vigor, e carros com mais de 20 anos de idade sao preferencia nas ruas, cuspindo a boa e velha fumaca preta.</p>
<p>Em todas as vezes que sai, em diversos horarios diferentes, passei no minimo duas horas no carro. Hoje fui buscar Fleur, minha irma, no aeroporto. Foi inacreditavel perceber que na saida, estava em um engarrafamento, no extremo da cidade&#8230; <strong>a uma hora da manha.</strong></p>
<p>Sem sarcasmo ou piadas, nao ha faixas nas ruas, e ate mesmo nas avenidas. O limite de carros e simplesmente quantos couberem, e a regra da dimensao e levada A SERIO pelo numero de carros vistos sem retrovisor desde entao. Os caminhoes REALMENTE andam a 140km/h a noite com os farois desligados. E estive fazendo uma contagem de semaforos que vi, e quantos deles foram respeitados pelos motoristas.</p>
<p><strong>1 / 0</strong></p>
<p><em>Semaforos vistos / Semaforos respeitados</em></p>
<p>Simplesmente nao ha carros na cidade que ainda tenham a sua chaparia em perfeito estado. Coloquei algumas fotos no Orkut do trafego, pra quem quiser conferir (limitacoes na internet nao me permitem postar diretamente aqui). Creio que no Youtube deve ter algumas referencias sobre o trafego do Cairo. </p>
<p>Tal contingente sobrenatural de carros faz a cidade ser extremamente poluida. E possivel sentir quando se abre o vidro num engarrafamento, ou ver a fumaca a uma boa distancia. Os habitantes nao parecem ligar muito, pois aproximadamente 160% da populacao fuma, contra somente -60% de nao-fumantes. Nao so a poluicao gasosa, mas se voce se achava porco por jogar um papel no chao, saibam que aqui eles jogam qualquer coisa. E quando nao ha mais espaco para sujar as ruas, eles jogam num pequeno rio que tem aqui perto. Um tal de Nilo.</p>
<p>Mas isso nao e tudo, logo terei mais analises a fazer!</p>
<p>!شـكـر</p>
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	</item>
		<item>
		<title>A fantastica jornada ao Egito</title>
		<link>http://alexraymond.wordpress.com/2008/12/27/a-fantastica-jornada-ao-egito/</link>
		<comments>http://alexraymond.wordpress.com/2008/12/27/a-fantastica-jornada-ao-egito/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 03:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[E bem, la vamos comecar com a historia de blog de viagem! Para nao perder a graca, vou fazer o favor de escrever sem acentos e cedilhas (novamente), gracas a incapacidade desse maldito teclado &#8211; e minha impaciencia em configura-lo. Passagem comprada, tudo em maos. Nada poderia me impedir! Na vespera da viagem, dia 23/12, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=83&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E bem, la vamos comecar com a historia de blog de viagem! Para nao perder a graca, vou fazer o favor de escrever sem acentos e cedilhas (novamente), gracas a incapacidade desse maldito teclado &#8211; e minha impaciencia em configura-lo.</p>
<p>Passagem comprada, tudo em maos. Nada poderia me impedir! Na vespera da viagem, dia 23/12, eis que recebo um email em ESPANHOL da Air France dizendo que o meu voo havia sido modificado, e que eles nao pediram a minha opiniao &#8211; e favor nao responder a esse email. Otimo! Em primeiro lugar, fiquei feliz por eles me encorajarem a aprender outra lingua, o que e sempre importante nesses dias de hoje. Nao fosse o caso, talvez os responsaveis da Air France ainda achem que as pessoas falam espanhol aqui no Brasil. Vai saber? </p>
<p>O trajeto a ser percorrido e: Salvador-&gt;Rio de Janeiro-&gt;Paris-&gt;Cairo. Respectivamente:</p>
<ul>
<li>Saida de Salvador as 14:00</li>
<li>Chegada no Rio as 17:00</li>
<li>Voo para Paris as 21:50</li>
<li>&#8230;</li>
</ul>
<p>Inventaram de remarcar o meu voo Rio-&gt;Paris para 18:50, o que &#8211; salvo por paradoxos quanticos temporais &#8211; e impossivel de chegar 3 horas antes (check-in internacional). E la fui eu para a agencia da TAM para remarcar o meu horario. Perdi 376 reais. Pelo menos a Air France foi gentil, e eu ganhei um <em>&#8220;Le agradecemos su confianza y le deseamos un buen viaje&#8221;. </em>Ah, confianca, claro.</p>
<p>Voos rearrumados, tudo certo, malas prontas, <em>on y va.</em> Acordei cedo (novo voo partia as 10:30) e chamei um taxi. Taxistas sao sempre figuras curiosas, uns sao fechados, outros contam os problemas da vida para voce, e voce concorda com qualquer coisa que ele diz, normalmente para nao criar um clima chato ou uma discussao desnecessaria. Pois bem, o taxista que me levou tinha um problema com&#8230; lesbicas.</p>
<p>Segundo ele, as mulheres de Salvador estavam cada vez mais de dificil acesso, pois todas estavam virando lesbicas. <em>&#8220;Isso comeca desde pequena&#8221;</em>, dizia, enfurecido, <em>&#8220;ficam nessa brincadeirinha de beijinho pra la e pra ca. Isso resolve depois que conhece um macho de verdade. Um macho mesmo, que pegue ela de jeito e acabe com ela (insira detalhes sordidos)&#8221;. </em>Perplexo nessa imensidao de homofobia, paguei e fui embora, imaginando quais seriam os traumas deste sujeito.</p>
<p>Devaneios a parte, fiz o meu check-in, e notei que havia acordado cedo&#8230; demais. Ainda faltavam duas horas para o embarque. Rodei pelas lojas, e fui ao Bob&#8217;s tomar um milkshake. Eis que me cutucam:</p>
<p>-Sir?</p>
<p>-Yes?</p>
<p>-Do you YWEQYGREGHTGFZOFFDW?</p>
<p>-Sorry, I didn&#8217;t got it.</p>
<p>-BVXMNBXCVUEO guitar.</p>
<p>-Guitar what?</p>
<p>-Do you play guitar? (Eu estava com o violao em maos)</p>
<p>-Yes, I do.</p>
<p>-Could I&#8230; could I play a little?</p>
<p>-Sure, let me just get my stuff here with the cashier, and I&#8217;ll be with you in a second.</p>
<p>-(Cara de incompreensao)</p>
<p>(Viro pra caixa do Bob&#8217;s)-Obrigado. Isso, sim, medio&#8230; de chocolate.</p>
<p>-So&#8230; you&#8217;re brazilian, right?</p>
<p>-I think so!</p>
<p>-(Expressao de nao saber onde enfiar a cara)Oh, ok, I have to go now, I have to MVCXWERGHBB</p>
<p>-Uh, ok, falou vei!</p>
<p>-Valeu! (Sai correndo)</p>
<p>Fim de papo. Tomei o milkshake, embarquei e peguei o melhor assento: na saida de emergencia. Quando voce tem mais de 1,90m de altura, viajar de aviao torna-se uma tarefa dificil. A menos que voce nao tenha pernas, claro. Mas ai voce nao teria 1,90m &#8211; ah, deixa pra la. Entao, sentei ao lado de um casal de amigos cariocas, que eram bastante gentis e educados, e riam bastante na conversa deles.</p>
<p>O tedio me empurrava para tentar conversar com eles a qualquer custo, mas nunca olhava pra eles no momento de insercao &#8211; aquele onde voce olha pra pessoa, levanta as sobrancelhas, e espera que ela te pergunte o que voce acha. Isso nao aconteceu. Fiquei com o MP3 player, escutando Fourplay e escrevendo sobre criptografia no caderno, enquanto era violentamente chutado pela crianca que estava no assento de tras.</p>
<p>A viagem prosseguiu sem problemas, exceto pelo possivel infanticidio que aconteceria se aquele monstrinho chutasse o meu assento mais uma vez. Desembarquei no Rio, e reconheci imediatamente o sotaque cheio de &#8216;a&#8217; e &#8216;ch&#8217;, no estilo &#8220;Poa! Ishqueci o ishqueiro na ishquina da ischoala!&#8221;. </p>
<p>Troquei o dinheiro na mao de um cara que ficava ao lado do banco, fisgando os possiveis compradores de moeda. O banco vendia Euro a R$ 3,50, enquanto o cara fazia por R$3,30. Oferta irrecusavel. Peguei os 300 Euros e fui andar pelo aeroporto. Alem de ser muito grande, descobri que o aeroporto do Galeao tem coisas interessantes. Deparei-me com uma placa de informacoes e direcoes que listava:</p>
<ul>
<li>Primeiros Socorros/First Aid -&gt;</li>
<li>Banco/Bank  -&gt;</li>
<li>Cambio/Exchange &lt;-</li>
<li>Embarques/Departures /\</li>
<li>Restaurantes/Restaurants -&gt;</li>
<li>Confederacao Brasileira de Judo/Brazilian Judo Confederation -&gt;</li>
</ul>
<p>Como assim? Ha? E eu pensei que a placa com Dentista que tinha no primeiro piso ja era estranha o suficiente. Vai saber! Na fila de embarque, fiquei atras de uma mulher com sua filha, que deveria ter uns 20 anos (a filha). Fiz o embarque. Na sala de embarque, saquei o violao e comecei a tocar. Fui interrompido por um cara com cheiro de cigarro, chamava-se Andre, e vinha de Rondonia para passar um tempo com a mae em Barcelona.</p>
<p>Rondonia ja e um lugar meio&#8230; distante. Nao fosse isso, ele ainda morava no interior de Rondonia. Fiquei tocando violao la por um tempo, e quando parei, foi-me solicitado pela linda garota que distribuia os folhetos do Duty Free que continuasse. Nunca me senti melhor!</p>
<p>Limpando a baba com o guardanapo, fui procurar o &#8220;item brasileiro&#8221; que meu pai queria que levasse. 51. O velho queria que levasse &#8220;umas quatro garrafas&#8221;. UMAS quatro garrafas? Ta pensando que cachaca e agua? Infelizmente, nao pude levar nem uma sequer, pois liquidos nao sao permitidos no embarque (ja que ia fazer conexao).</p>
<p>O embarque abriu-se. Novamente, parei na fila atras da mesma mulher e sua filha. A mulher olhou pra mim e mencionou que estavamos de novo no mesmo lugar da fila. <em>&#8220;Same place!&#8221;. </em>Por que todo mundo acha que sou gringo? Segui-as ate o aviao, e na hora de embarcar, o comissario me indicou para o mesmo corredor que elas. Quando ela sentou com a filha, viu o lugar vazio ao lado, e eu chegando no corredor, ela aparentemente entrou em desespero.</p>
<p>-VOCE NAO VAI SENTAR AQUI TAMBEM NAO, NE?!</p>
<p>-Nao&#8230;</p>
<p>Paranoica. Prossegui para o assento, na grandiosa expectativa de ser uma saida de emergencia! E&#8230;e&#8230; 27&#8230;28..29! Ah. Estava UMA fileira atras da saida de incendio, com as pernas naturalmente presas no banco da frente. <em>&#8220;Nao ha motivo para ficar nervoso&#8221;</em>, pensei, <em>&#8220;serao so onze horas aqui, passa rapido!&#8221;. </em>Curioso foi que o aviao estava vazio. Apenas 250 pessoas embarcaram. Logo, a aeromoca super gentil (que conversou em frances comigo por todo o voo) me colocou num assento mais confortavel.</p>
<p>E dificil descansar ou dormir direito em avioes, mesmo estando na magnifica saida de emergencia. Mas alguns cochilos breves sao possiveis, e em um deles, acordei com uma ligeira cotovelada. <em>&#8220;Cotovelada? Mas nao tem ninguem do lad- AAAARGHH!!&#8221; </em>Eis que ao meu lado agora dormia um velho que beirava os 300 anos de idade, babando e roncando. Perdi o sono. Foi o bastante para me manter acordado durante toda a madrugada, enquanto todos dormiam.</p>
<p>Por estar sentado ao lado do banheiro, eu via todos que iam ao banheiro. Havia uma mulher digna de filmes porno, considerando os atributos fisicos, que estava de pijama (!), e que estava acompanhado por outro senhor de seus 250 anos. E tava mais pra &#8220;daddy&#8221; do que &#8220;dad&#8221; mesmo. Vai entender!</p>
<p>Ah, Paris! Novamente, enchi os meus pulmoes com o IDH do lugar, onde as pessoas sao, enfim, desenvolvidas, educadas e nojentas. Que alivio. E mais uma vez, o maravilhoso aeroporto Charles de Gaulle reservou-me algumas surpresas. O meu voo partia do terminal E. Tambem desembarquei no terminal E (vai de A ate F). Nao sendo o bastante, tive que pegar um trem para os portoes E21-E46, tamanha era a distancia. La, poderia-se pegar outro trem para ir para outros portoes (ainda no terminal E), e isso me assustava mais ainda.</p>
<p>No saguao dos portoes, notei que somente aquela parte ja era maior que o Salvador Shopping, pelo menos em comprimento. Alem disso, um carpete vermelho no chao e uma decoracao impecavel fazia-me sentir no primeiro mundo. E assim que as coisas deveriam ser!</p>
<p>O saguao estava altamente movimentado, mas tudo era silencioso e tranquilo. Fui na Virgin Media e gastei o dinheiro num iPod Touch 16GB, que e o meu mais novo brinquedo. Fui comer uns croissants e percebi que nao e exagero quando mencionam &#8220;custo de vida&#8221;. Verdade seja dita:</p>
<p><strong>Paguei 14 reais numa Coca-Cola.</strong></p>
<p><strong></strong> E 7 reais em cada croissant.</p>
<p>Fui para o meu portao de embarque, saquei o violao e fiquei tocando. Uma mulher distante que estava com seu marido parecia bastante inquieta em olhar pra tras e prestar atencao no que estava tocando, mas o mais interessante foi no momento em que um bebe, acompanhado por tres gringas loiras maravilhosas, parou e comecou a dancar com o som do violao. Ele mal sabia andar, e comecou a dancar da forma mais desengoncada possivel, o que e natural. As gringas sacaram as cameras e comecaram a me filmar enquanto eu tocava para o bebe dancar! Devia ter posto uma plaquinha do lado com o meu telefone, pra ver se elas ligam pra mim quando virem o video em casa (quem dera&#8230;)!</p>
<p>Entediado, fui bater os recordes de Gran Turismo HD do aeroporto. O aeroporto Charles de Gaulle tem diversas estacoes com PS3s ligados em TVs de LCD para o simples divertimento dos transeuntes. La, encontrei outro que viria falar em ingles comigo sobre o violao, mas dessa vez, ele era americano. Travis, 20 anos, surfista amador, salva-vidas e estudante de Hidrologia. Ficamos conversando um bocado, e conseguimos trocar os assentos para passarmos o resto da viagem falando bobagens, rir da vida alheia e jogar jogo-da-velha e pontinhos. Ele estava indo visitar a sua namorada americana no Egito, ja que ela tinha ido fazer intercambio na Italia, e agora estava passando as ferias la. Globalizacao amorosa.</p>
<p>Chegamos no Egito, pegamos as bagagens, e enfim, chegamos. Meu pai estava a espera, pegamos o carro e fomos embora.</p>
<p>Ao som da Nile FM 104.2.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexraymond.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexraymond.wordpress.com/83/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=83&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nada</title>
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		<pubDate>Sun, 25 May 2008 01:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[É o que somos. Frágeis, minúsculos, a verdadeira parcela de insignificância de toda a existência. A espécie humana cresceu. Dominamos o fogo, o metal, a roda, as técnicas de agricultura, a matemática, a eletricidade e a fibra ótica. Construímos arranha-céus, usinas nucleares, torres de transmissão, e povoamos o planeta Terra em sua totalidade. Adaptamo-nos a condições extremas, dos áridos desertos às gélidas tundras, do azul de Nova Iorque ao vermelho de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=82&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o que somos. Frágeis, minúsculos, a verdadeira parcela de insignificância  de toda a existência.</p>
<p>A espécie humana cresceu. Dominamos o fogo, o metal, a roda, as técnicas de agricultura, a matemática, a eletricidade e a fibra ótica. Construímos arranha-céus, usinas nucleares, torres de transmissão, e povoamos o planeta Terra em sua totalidade. Adaptamo-nos a condições extremas, dos áridos desertos às gélidas tundras, do azul de Nova Iorque ao vermelho de Pequim, somos invencíveis. Inteligentes, experientes, sábios. Descobrimos os segredos do nosso passado e antecipamos o futuro. Podemos voar. Podemos submergir. Podemos ir até para o espaço. E fomos.</p>
<p>E lá estava o retrato de nossa insignificância. Olhamos ao nosso redor e vimos que nós somos o nada. Não era possível quantificar tal grandeza. Estávamos perdidos num espectro de infinitude plena.</p>
<p>O planeta Terra tem uma superfície de 510.072.000 km². Somos, ainda, 109 vezes menores em diâmetro e 1.300.000 vezes em volume do que o Sol. Este, que não é nada além de uma estrela na nossa galáxia, a 26 mil anos-luz do seu centro. Uma estrela como as dezenas que vemos numa noite clara. E todas essas estrelas só estão na nossa galáxia. Galáxia de humildes 100 mil anos-luz de diâmetro.</p>
<p>3 de Setembro de 2003. O telescópio espacial Hubble começou a apontar as suas lentes para um pequeno ponto de escuridão completa no espaço, minúsculo ao ponto de comparar-se a um décimo da nossa Lua. Após 4 meses mantendo sua posição fixa, captando toda a luz possível, <a title="Galáxias" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2f/Hubble_ultra_deep_field.jpg" target="_blank">eis a descoberta</a>.</p>
<p>Cada ponto na imagem acima representa uma galáxia. Há mais de 10 mil galáxias só nessa imagem. Para cada galáxia, temos aproximadamente um<strong> trilhão</strong> de estrelas, cada uma possivelmente com os seus próprios sistemas e órbitas, como o nosso sistema Solar. A contagem de galáxias no universo já ultrapassa de longe a casa dos bilhões.</p>
<p>Qual será o próximo passo? Até onde conseguiremos elevar o infinitésimo de nossa relevância? Há quem creia na existência de corpos inteligentes extra-terrestres. Seria tão improvável assim? Pelos cálculos probabilísticos, é quase certo que há outros planetas com condições similares à Terra, como temperatura, pressão e composição.</p>
<p>A grande questão está na exclusividade. Somos os únicos dentre um universo tão grande? Um mero capricho de uma divindade? Mera aleatoriedade? &#8220;<em>Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?&#8221; </em></p>
<p>Temos um novo século pela frente para responder algumas dessas perguntas. E você, o que acha?</p>
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		<title>Geometric Visions</title>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 03:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado. Como todo bom baladeiro, estava varrendo a internet em busca de dicas de otimização de código em C/C++. Não demoro muito até deparar-me com um site curioso. No que parecia uma simples página pessoal, vejo coisas como Arte, Música, e Desordem Esquizoafetiva. Um simples click, e lá se foi o resto da minha tarde. Michael David [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=81&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado. Como todo bom baladeiro, estava varrendo a internet em busca de dicas de otimização de código em C/C++. Não demoro muito até deparar-me com um site curioso. No que parecia uma simples  página pessoal, vejo coisas como Arte, Música, e Desordem Esquizoafetiva. Um simples <em>click</em>, e lá se foi o resto da minha tarde.</p>
<p>Michael David Crawford é um criador (amador) de telescópios desde os 12 anos de idade. Mesmo com formação em Física e Astronomia, sua paixão não foi suficiente, e hoje trabalha como programador/consultor na sua própria empresa-de-um-homem-só. Mike sofre de Desordem Esquizoafetiva (<em>Schizoaffective Disorder</em>), e dedicou <a title="Geometric Visions" href="http://www.geometricvisions.com/schizoaffective-disorder/" target="_blank">uma parte do seu site</a> para publicar suas vivências enquanto sofria os sintomas desta rara doença.</p>
<p>A Desordem Esquizoafetiva é  como a junção de Esquizofrenia com Transtorno Bipolar (ex-Depressão Maníaca). É como oscilar abruptamente entre estados extremos de depressão e euforia, com características esquizofrênicas, como ouvir vozes, ilusões, paranóia, etc.</p>
<p>Com o objetivo de erradicar o preconceito contra os portadores de doenças mentais, Mike conta detalhadamente cada aspecto, sensação e experiência de ser &#8220;louco&#8221; de uma forma aconchegante e viciante, prendendo sua atenção por horas a fio, enquanto desbrava os tempestuosos oceanos de uma mente confusa.</p>
<p>&#8220;E o que é ser louco?&#8221;. O conceito clássico de &#8220;insanidade&#8221; enferruja-se,   enquanto Michael renova, de forma direta, um pouco de nossas opiniões pré-fabricadas.  Com as sutilezas que o &#8220;maluco&#8221; dentro de cada um de nós já viveu, na mais ligeira das formas, é apresentada a crua realidade do mundo retorcido e esquizofrênico, que no final das contas, é tão complexo quanto o nosso. Num dos melhores textos do site, está  <a title="A Day in the Dump" href="http://www.geometricvisions.com/Madness/dayatthedump.html" target="_blank">&#8220;A Day in the Dump&#8221;</a> (Um Dia no Lixo), um email escrito em 1994.</p>
<p>Neste email, Mike tenta contar ao amigo que o seu vizinho, John, estava colocando o lixo no seu quintal, e que ele não estava contente. O que não passaria de um simples aviso, devido à fase eufórica do humor de Michael, se transformou em 14 páginas de texto escritas durante 12 horas seguidas. E em meio a tantas palavras, um horizonte de &#8220;loucuras&#8221; surge, como um turbilhão de pensamentos descritos em dezenas de parágrafos.</p>
<blockquote><p>We know that the metal of the earth was formed in a supernova because elements heavier than iron are relatively abundant. In fact, from the relative abundance of different isotopes of some heavy metals we can calculate the size of the supernova that formed them, the temperature and pressures involved, and we know from this that our Uranium, our Lead were formed in just a few minutes in the heinous explosion of the supernova. Minutes. Minutes out of the billions of years that our predecessor had steadily shined. I think, next week, I shall invite John and his family over for tea in the evening. I think I would enjoy their company. I shall clean up the house first, as it is a godawful mess.</p></blockquote>
<p>Tradução:</p>
<blockquote><p>Sabemos que o metal da Terra foi formado em uma supernova, porque elementos mais pesados que o Ferro são relativamente abundantes. De fato, pela relativa abundância de isótopos diferentes de alguns metais pesados nós podemos calcular o tamanho da supernova que os formou, a temperatura e pressão envolvidas, e sabemos disso através do nosso Urânio, que o nosso Chumbo foi formado apenas alguns minutos após a explosão da supernova. Minutos. Minutos dentre os bilhões de anos que o nosso antecessor brilhou. Acho que na semana que vem vou convidar John e sua família para um chá noturno. Creio que vou gostar da companhia deles. Mas primeiro tenho que limpar a casa, já que está uma tremenda bagunça.</p></blockquote>
<p style="text-align:right;">Trecho de &#8220;A Day in the Dump&#8221;</p>
<p style="text-align:left;">Michael usa seus textos para ajudar os que ainda estão em dúvida sobre o seu diagnóstico. Há seções inteiras com explicações sobre os tratamentos terapêuticos, medicinais e psiquiátricos utilizados. Aproximadamente 25% das mulheres e 12% dos homens passam por momentos de depressão durante a vida. 1.2% da população sofre de Transtorno Bipolar, e uma entre 200 pessoas já sofreu de Desordem Esquizoafetiva. A desinformação ainda é um dos fatores-chave a serem trabalhados, já que os portadores de qualquer tipo de doença mental sofrem um forte preconceito durante a vida, e a exclusão social só agrava a enfermidade.</p>
<p style="text-align:left;">Segundo Michael, é muito provável que você conheça alguém com transtornos mentais. O conceito moderno de doenças mentais mostra que os cidadãos portadores podem manter uma vida &#8220;comum&#8221;, e serem membros ativos de uma sociedade. Novamente, o problema está na desinformação. E no final das contas, quem garante que você (ou eu) não seja um deles?</p>
<p style="text-align:left;">Afinal, de blogger e louco, todo mundo tem um pouco!</p>
<p style="text-align:left;">Alex Raymond</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexraymond.wordpress.com/81/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexraymond.wordpress.com/81/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexraymond.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexraymond.wordpress.com/81/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=81&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O recomeço</title>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 00:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Raymond</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[De volta ao velho clichê da Fênix. Renascendo das cinzas, resolvi retomar o blog. Resolvi apagar os posts antigos para dar novos ares ao conteúdo, e diferenciá-lo um pouco de um simples &#8220;blog de viagem&#8221;. E não, não guardei os posts, logo, quem não leu, perdeu. E é o meu terceiro nascimento no mundo dos blogs. Talvez menos compromisso seja mais útil para manter uma certa dose de conteúdo refinado. Não vou manter minhas esperanças altas. Mas quem sabe, dá certo. E é isso aí. Boa sorte pra mim! Alex Raymond<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=80&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De volta ao velho clichê da Fênix.</p>
<p>Renascendo das cinzas, resolvi retomar o blog. Resolvi apagar os posts antigos para dar novos ares ao conteúdo, e diferenciá-lo um pouco de um simples &#8220;blog de viagem&#8221;. E não, não guardei os posts, logo, quem não leu, perdeu.</p>
<p>E é o meu terceiro nascimento no mundo dos blogs. Talvez menos compromisso seja mais útil para manter uma certa dose de conteúdo refinado. Não vou manter minhas esperanças altas. Mas quem sabe, dá certo.</p>
<p>E é isso aí.</p>
<p>Boa sorte pra mim!</p>
<p>Alex Raymond</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/alexraymond.wordpress.com/80/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/alexraymond.wordpress.com/80/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alexraymond.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alexraymond.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alexraymond.wordpress.com&amp;blog=2422270&amp;post=80&amp;subd=alexraymond&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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